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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Na Igreja Deus me escuta

 

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Texto Bíblico: I Samuel 1.9 - 28


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" No seu templo, ELE  ouviu a minha voz, ELE escutou o meu grito de socorro.
II Samuel 22.7



Para refletir: 

É hora de planejar!

Texto Bíblico

1 Samuel 1.9-28

“Vai-te em paz”, disse o sacerdote Eli a Ana, depois

de ouvir-lhe a explicação de que estivera orando

angustiada (v.17). E ela foi-se em paz? Ó, sim. Tanta paz,

que conseguiu alimentar-se – o que antes não pudera – “e

o seu semblante já não era triste” (v.18).

De onde provinha esta paz? Certamente que as palavras

reconfortantes do sacerdote ajudaram, mas na sua essência,

a paz vinha do fato de haver Ana aberto o coração perante

o Pai, e lhe deixado aos pés os seus problemas. O fardo já

não lhe pesava nos ombros. Naquele momento, ela não

tinha como saber se o seu pedido seria concedido, ou se

Deus lhe responderia “não”. Mesmo assim, o seu coração

voltou leve para casa. A paz provinha de haver Ana levado a

sua angústia a Deus, com a convicção de que Ele a ouvia, e

responder-lhe-ia de acordo com o que fosse melhor para ela.

Ana confiava não apenas no poder de Deus, mas também

na perfeição de sua vontade. Em seu amor e soberania, o

Senhor pode conceder o que lhe pedimos, se for algo idealizado

por Ele para nós; ou negar, se for algo que nos trará

prejuízos futuros, ou que não o glorificará.

Agora uma pergunta eu quero lhes fazer:

Mas será que Deus nos ouve quando viemos orar na igreja? Não! ELE nos ouve em qualquer lugar e a qualquer hora. 

Ana e Elcana já estavam casados há muito tempo, mas ainda não tinham filhos.

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Ana queria muito ter um bebê, mas não engravidava. Algumas pessoas falavam mal de Ana:

— Ana não tem filhos porque faz coisas erradas, e por isso Deus não a abençoa.

Mas não era verdade isso que as pessoas diziam. Algumas mulheres riam de Ana. Quem mais ria de Ana era Penina, uma mulher que tinha muitos filhos. Em vez de ser bondosa com Ana e a consolar, Penina zombava dela e a humilhava. Todos os anos, Ana ia com seu esposo, Elcana, à cidade onde ficava o Templo de Deus. Iam adorar a Deus. Elcana amava muito a Ana, e fazia tudo para vê-la feliz. Na hora da refeição, Elcana colocava bastante comida no prato de Ana; era o seu modo de mostrar-lhe o quanto a amava. Mas Ana estava tão triste por não ter filhos, que perdia o apetite e não conseguia comer nada. Ela saía da mesa chorando e ficava num canto sozinha, sentindo-se muito triste.

— Ana, por que você está chorando? —

Perguntava Elcana, preocupado. — Por que não come ao menos um pedaço de carne assada?

— Eu não estou com fome, respondia Ana. — Não consigo comer nada.

— Ó, Ana, minha querida, por que você está sempre tão triste?

— Estou triste porque não tenho um bebê — respondia Ana. — Eu quero tanto ter um filho, mas nunca engravido!

— Ana, por acaso eu não sou um bom marido para você? Não sou melhor para você do que dez filhos?

Numa dessas vezes em que eles foram ao Templo adorar a Deus, Ana estava tão triste, tão aflita, que foi orar sozinha no Templo. 


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 Ela ficou diante de Deus, chorando e orando.

— Ó, Senhor, olha para mim, tua serva! — Orou Ana. — Por favor, vê a minha aflição e lembra de mim! — Ana estava tão triste, que nem levantava a voz. Orava silenciosamente, mexendo apenas os lábios. Ela estava orando baixinho, mas a sua alma estava gritando de aflição. Ana fez o que Deus quer que você faça: foi à Casa de Deus conversar com Ele sobre aquilo que a estava entristecendo. Deus quer que você venha à igreja e lhe conte as coisas que estão chateando você e o deixando triste.

E Ana fez uma promessa para Deus: — Senhor Deus, se tu me deres um filho, prometo que o dedicarei a ti por toda a vida. O sacerdote Eli viu Ana orando baixinho, e achou estranho. Ele pensou: — Esta mulher está mexendo os lábios, mas não ouço nenhuma palavra sair de sua boca. Ela deve estar bêbada!

Achando que Ana estivesse bêbada, o sacerdote Eli deu-lhe uma bronca: — Até quando você vai ficar bêbada, mulher? Pare com isso! Pobre Ana, tão triste por não ter um filho, e ainda levar uma bronca sem merecer! sacerdote Eli. — Não tomei nenhuma bebida alcoólica. Estou desesperada, e estava orando, contando a Deus a minha aflição. Eu estava orando em silêncio, porque sou muito infeliz e sofredora. 

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O sacerdote entendeu o sofrimento de Ana, e respondeu-lhe: — Vá para casa em paz. Que Deus lhe dê o que você pediu. Ana foi para casa. E sabem de uma coisa? O seu coração já não estava triste! Estava alegre, e ela até comeu um pouco de comida. Ana estava calma porque sabia que Deus escutara a sua oração. Passado algum tempo, Ana descobriu uma coisa que a deixou pulando de alegria: ela estava grávida! Ana e Elcana iam ter um bebê!

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 O bebê nasceu, e Ana pôs nele o nome de Samuel, que significa “Pedido a Deus”. Ela pedira um filho a Deus, e Ele a escutara. Quando o bebê Samuel cresceu, aprendeu a andar, a falar e a comer com a própria mãozinha, a mamãe Ana o levou ao Templo de Deus e contou ao sacerdote Eli:

— Eu sou aquela mulher que esteve aqui há alguns anos, orando e chorando. Eu estava pedindo a Deus que me desse um filho, e Ele escutou a minha oração e me respondeu. Este menininho é o filho que Deus me deu. Por isso, estou dedicando agora o Samuelzinho a Deus. Enquanto ele viver, pertencerá ao Senhor. Ana e Elcana voltaram para casa, mas deixaram o menino Samuel no Templo de Deus, para trabalhar para o Senhor. Agora, Samuel era um dos trabalhadores da Casa de Deus. Enquanto ele fosse pequeno, o sacerdote Eli cuidaria dele e o ensinaria a fazer o serviço. Ana dedicou seu filhinho a Deus, porque estava muito alegre e agradecida por Deus haver escutado e respondido a sua oração.


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terça-feira, 23 de abril de 2013

Deus é vivo!

Bom Dia !
Estou novamente postando uma linda história que tem por título:
Deus é Vivo!
Espero que gostem!
Vamos à história!
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Deus é vivo!


(figura 1)
O dia estava lindo. Océu avermelhado do sol. Dentro desta casa bonita, o Pedrinho ainda estava se espreguiçando na cama.
Sua casa ficava num lugar afastado da cidade. Era  bom morar ali.
-Levante,Pedrinho,vamos ao zoológico,-disse o papai.
-Zoológico? Mas, papai hoje é domingo,eu quero ir à igreja. É tão bom lá! Eu gosto de cantar,de desenhar,eu gosto da professora. Eu não quero ir ao zoológico hoje,papai.
-Pedrinho,quem manda em casa sou eu. Você precisa passear também. Esse negócio de todos os domingos ir à igreja não é certo. Apronte-se e vamos ao zoológico.
Dentro de meia hora,Pedrinho estava dando "até logo" para a mamãe. Não demorou muito,com aquele dia maravilhoso,chegaram ao zoológico.
Pedrinho estava triste , pensando na igreja,na professora e naquela  hora ele orou: " Ó Deus,eu preferia estar na tua casa, mas preciso obedecer meu pai. Faça com que meu pai também possa conhecer a Jesus Cristo e que sinta que só Tu és Deus. Em nome de Jesus,amém."
 
(figura 2)
Era uma festa o zoológico! Pedrinho viu elefante,leão, cegonha e os macacos?
Que engraçados! Pedrinho riu muito com eles. Comeu pipoca, tomou sorvete e chupou pirulitos. Sentaram-se na grama para descançar, e ao mesmo tempo, olhar os patinhos tão lindo!
Naquele dia papai não teve pressa. Pedrinho já estava cansado.À tarde voltaram para casa,e no caminho,papai falou:
Viu? Não foi o melhor do que ir a igreja? Do que ficar trancado lá dentro? Você está corado,tomou sol!
-Papai,estou com frio.
Frio? Com este calor?
Papai parou o carro. Pôs a mão na testa de Pedrinho e viu que ele estava com febre. E fabre alta. Ligou o carro e foi "voando" para casa. Pedrinho estava se sentindo muito mal.
Cada vez pior.Quando ele chegou em casa,mamãe ficou aflita.
-O que aconteceu com você,filhinho? Oh! Que febre alta!

(figura 3 )
Logo preparou a caminha e Pedrinho se deitou.
Chiu! Silêncio. Ninguém fazia barulho.Mamãe deu um remédio para baixar a febre e esperou.
O dia começou a ir embora. Foi ficando noite, a lua já apareceu e Pedrinho estava ficando pior. Mamãe falou ao papai:
Vá até a cidade e veja qual o médico que está lá.É melhor.Pedrinho está piorando. Papai saiu correndo.

(figura 4)
Pegou o carro e dentro demeia hora estava na cidade.
Era noite,domingo,as placas estavam nas portas: " Médico", "Médico", mas ninguém atendia.
E o tempo ia passando e seu filhinho cada vez pior.
Oh! De repente papai viu uma casa muito linda e na porta:"Médico". Havia uma luz lá dentro da casa. Que bom! Papai desceu rápido do carro e tocou a campainha.O próprio médico o atendeu.
Papai explicou tudo,tudinho o que  estava acontecendo com o Pedrinho. O médico  pensou, pensou e depois fez uma receita.
-É preciso que o senhor vá imediatamente à farmácia. Depois de uma hora a febre deverá baixar. Se não volte aqui. Mas é urgente.
O pai de Pedrinho saiu louco atrás de uma farmácia.Não encontrou nada.
Pegou o carro e foi mais longe. Parece que viu uma luz acesa. Foi até la´e bateu na porta de ferro desesperadamente. De dentro saiu o farmacêutico que já ia dormir.
-Depressa faça essa receita prá mim! Meu filho está muito mal!

(figura 5)
Papai ficou olhando o farmacêutico pegar os vidrinhos e aprontar os remédios.
-Pronto- disse o farmacêutico apressado.
Papai pegou o vidro, subiu no carro, e saiu o mais depressa possível.
O farmacêutico abaixou a porta de ferro e, sonolento, foi fechar os vidros para guardar para dormir.
Quando elel olhou o vidro aberto , ele ficou gelado de susto. Não podia acreditar no que via!
Por causa da pressa do pai do menino doente, ele pegou o vidro errado. E preparou toda a receita com...VENENO!
O farmacêutico tornou a abrir porta de ferro. Quem sabe o senhor ainda estaria por ali.
Mas que nada! Ele já ia longe.
O menino iria tomar veneno. Iria morrer!

(figura 6)

 O farmacêutico desesperado,ajoelhou-se e orou:
-Oh! Pai, em nome de Jesus, socorre  o menino e a mim. Eu vou matar uma pessoa sem querer. Não sei como fui trocar os vidros. Ó Pai,faça alguma coisa! Não deixe o menino tomar aquele veneno. Em nome de Jesus,amém!
Acabou de orar e ficou muito tempo ali,ajoelhado sem coragem de se levantar.
Enquanto isso, o papai ia correndo levando o remédio para casa.
De repente, papai sentiu qualquer coisa na direção.Pneu furado!
Essa não,meu filho à morte e o pneu vai furar logo agora!
A noite ia alta. Ninguém na estrada. Papai desceu do carro,tirou o paletó e trocou o pneu. Estava frio. Tornou a por o paletó mas sentiu qualquer coisa fria no peito.
- Não! - gritou.- Não é possível! O vidro de remédio que eu coloquei no bolso, quebrou-se! Não! Que perseguição! Que vou fazer?
Olhou o vidro.Escorreu todo o remédio.Não sobrou nada! Bravo e resmungando, naõ teve outra coisa a fazer não ser voltar para a farmácia.Foi a toda velocidade. Desceu do carro e bateu na porta. Mal bateu e o farmacêutico levantou tão rápido, que o pai se assustou.
- O senhor voltou? Deu oremédio ao menino?
- Não o vidro se quebrou.
O farmacêutico sentou-se no chão. Não podia nem parar em pé. Estava trêmulo.
O que foi ? Anda eu quero outro remédio!-berrou o pai do menino.
-Venha aqui. O senhor viu quando eu peguei o remédio,não viu? Pois leia o que está escrito aqui:
- VENENO! Uma gota que seu filho tivesse tomado, estaria morto. Eu fiquei até agora ajoelhado, pedindo a Deus que ele fizesse alguma coisa,mas que seu filho não tomasse o remédio.
O pai incrédulo,sentou-se e disse:
- O vidro quebrou-se. Deus existe. Agora eu creio!
Prepararam tudo e o farmacêutico quis ir junto.
(figura 7)
Assim que chegaram,o menino ainda muito mal,disse:
- Você chegou,papai! Demorou! Pedi a Jesus que o guardasse.
Papai ajoelhou-se na cama do filhinho doente e disse:
- Meu filho, antes que você tome o remédio eu quero lhe contar uma coisa muito importante, ouça:eu agora creio em Deus. Ele é real. Ele existe! Domingo eu vou com você à igreja.
- Com licença- disse o farmacêutico- eu mesmo quero dar o remédio ao Pedrinho.
Depois algumas de esperar,  o suor começou a  correr na face de Pedrinho.
Papai e o farmacêutico contaram tudo o que havia acontecido. Como Deus é maravilhoso,Ele o livrou da morte.
O filhinho ficou admirado e a mamãe chorou de emoção.
Sabem? No domingo seguinte eles foram à igreja,Pedrinho,papai e mamãe.
 JESUS É MARAVILHOSO! DEUS É VIVO!
 Ele toma conta de você! Ele é bondoso!






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Observação: (figura1)casa
(figura 2) animais
(figura 3)menino deitado(doente)
(figura 4)carro
(figura 5 )veneno
(figura 6) farmacêutico orando
(figura 7) farmacêutico agradecendo
(figura 8) atividade extra


BOA AULA!